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Não é o aparenta, é pior do que se pode imaginar.

31 de março - Vista aérea de funcionários cavando túmulos no cemitério da Vila Formosa, em São Paulo — Foto: Nelson Almeida/AFP



Não é o que aparenta, mais pode ser pior do que podemos imaginar. Uma certa quantidade de covas são abertas todo ano pelo serviço funerário no cemitério de vila formosa, segundo autoridades municipais, a quantidade se baseia na prospecção da taxa de mortalidade do município. Segundo informado, não há correlação com a pandemia.

"A imagem é real, mas é importante esclarecer que ela não tem nenhuma relação com o período que passamos. Todo os anos, ao final do período de chuvas, isso é feito nos cemitérios municipais para preparar o cemitério para o ano todo. Portanto não há nenhuma novidade sobre o que foi feito em 2019, 2018, 2017. Essa imagem pode ser feita todos os anos nos cemitérios municipais. Ela não foi feita excepcionalmente por causa do coronavírus, ela é feita sempre nesse período quando termina o período de chuvas”, afirmou Covas.

Prevendo o aumento da demanda, a prefeitura contratou uma empresa para reforçar com 220 funcionários temporários os 22 cemitérios da rede municipal, que foram obrigados a cortar 60% do seu quadro de 257 coveiros por pertencer a grupos de risco.

A Demanda de sepultamentos tem exigido a abertura de cerca de 100 covas por dia, o dobro do habitual antes da pandemia.

A Prefeitura de São Paulo comprou 5.000 sacos especiais para enterrar exclusivamente vítimas de coronavírus nos cemitérios da capital. O pedido foi feito de forma emergencial e atende determinação técnica para proteger os funcionários do Serviço Funerário Municipal no manejo de corpos com alto risco de contágio, devido a alta carga viral.

Desde o dia 20 de março, enterros solitários e com nenhuma cerimônia se tornaram frequentes em São Paulo. Resolução da Secretaria Estadual de Saúde determina que todas as mortes com qualquer suspeita de estarem relacionadas com a COVID-19  precisam seguir um protocolo rígido para garantir a segurança dos profissionais que lidam com os cadáveres.



Daniel Cardoso á ASSOCIAÇÃO PAULISTANA DE FAMÍLIAS pela conservação dos cemitérios públicos.







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